Mobilização no Rio de Janeiro é uma das maiores do país em dia que entra para a história da luta contra retrocessos. Foto: Pedro Rocha/RBA

 

 

A região da Candelária, no centro do Rio de Janeiro, foi tomada por manifestantes nesta quarta-feira (15), que se somaram às atividades do Dia Nacional de Greve na Educação e contra os cortes orçamentários anunciados pelo governo. No final da tarde, organizadores estimaram a presença de aproximadamente 100 mil pessoas no entorno do tradicional ponto de atos públicos na capital fluminense.

Durante o dia, foram várias manifestações em pontos da região metropolitana, como Niterói, e na Baixada Fluminense. Algumas enfrentaram chuva forte. Na Praça XV, foram organizadas aulas públicas. Estudantes e professores saíram em passeata na direção da Candelária. De lá, por volta das 18h, seguiram para a Central do Brasil, na Avenida Presidente Vargas.

Nas redes sociais, entre os comentários muitos diziam respeito ao ataque verbal do presidente da República contra os manifestantes. “Bolsonaro diz que a juventude que está nas ruas não sabe a fórmula da água. Essa juventude está na rua fazendo tsunami”, afirmou o deputado federal Marcelo Freixo (Psol-RJ).

“Chamar jovens que defendem a educação de ‘idiotas’ apenas revela o nível de quem está na Presidência da República. O Brasil é muito maior que Bolsonaro“, declarou o ex-candidato Guilherme Boulos.

 

sul 21///

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