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“A vítima é a mesma: a soberania popular”.

 

Por meio de seu perfil no Twitter, o ex-prefeito de São Paulo e ex-presidenciável Fernando Haddad, criticou o movimento que se ergue na Câmara dos Deputados para tentar aprovar o semipresidencialismo no Brasil e que a tentativa fere a soberania popular.

 

“O impeachment sem crime, a fraude eleitoral de 2018 e o semipresidencialismo são três atos da mesma peça de teatro. A vítima é a mesma: a soberania popular. Imagine o Congresso escolher o chefe de governo.” Ao falar de “impeachment sem crime”, Haddad se refere ao Golpe de 2016 que culminou na retirada sem crime da presidenta Dilma Rousseff, na prisão de Lula por um juiz parcial, e na eleição de Jair Bolsonaro. Arthur Lira, presidente da Câmara, falou publicamente sobre mudar a forma de governo do país para o semipresidencialismo em 2026. O jornal Estadão, relatou que Lira está articulando a alteração com seus aliados por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Pressionado pelos 126 pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro, Lira só tenta enterrar a discussão sobre o impeachment em definitivo e ampliar os poderes do Congresso. Cabe ao presidente da Câmara dar andamento ao processo de impeachment, mas Lira disse não ver ambiente político para isso e reagiu às cobranças. “Não posso fazer esse impeachment sozinho”, afirmou o deputado.

 

 

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