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Tacla Durán diz que vai desmascarar com documentos indústria de delações da Lava Jato

Advogado Rodrigo Tacla Durán prometeu que "no dia 30 vou poder esclarecer ao Brasil o que já esclareci para diversos países. Vou continuar colaborando de forma plena e eficaz"; ele prestará depoimento no dia 30 deste mês à CPI da JBS; Durán vem denunciando irregularidades e fraudes nos acordos de delação premiada e a tentativa de um advogado amigo do juiz Sergio Moro de lhe vender facilidades para se tornar colaborador; "Nenhum crime é perfeito. Vocês vão ver dia 30", ressalta

 

16 DE NOVEMBRO DE 2017 ÀS 13:07 //

 

Joaquim de Carvalho, do Diário do Centro do Mundo  Em uma nova matéria sobre a industria de delações premiadas da Lava jato, produzida conjuntamente pelo Diário do Centro do Mundo e o Jornal GGN, o advogado Rodrigo Tacla Durán falou com exclusividade ao jornalista Joaquim de Carvalho em Madri, onde ele mora desde o ano passado.

O advogado, que já trabalhou para as empreiteiras UTC e Odebrecht e teve a prisão preventiva decretada quatro vezes pelo juiz federal Sergio Moro, que, no entanto, não conseguiu sua detenção, uma vez que a justiça espanhola não autorizou sua extradição.

Durán vem denunciando irregularidades e fraudes nos acordos de delação premiada e a tentativa de um advogado amigo do juiz Sergio Moro de lhe vender facilidades para se tornar colaborador.

O advogado diz que mostrará à CPI da JBS todos os documentos, incluindo cópias de conversas em aplicativos que diz possuir e que comprovariam suas denúncias. Seu depoimento está marcado para o próximo dia 30.

"No dia 30 vou poder esclarecer ao Brasil o que já esclareci para diversos países. Vou continuar colaborando de forma plena e eficaz", afirma. "Nenhum crime é perfeito. Vocês vão ver dia 30", ressalta.

 

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