Há dois anos, a Polícia Federal apontou a existência de indícios de que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cometera crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; passados os dois anos, a Procuradoria-Geral da República (PGR), chefiada pela procuradora Raquel Dodge, até hoje, não se manifestou sobre prosseguimento de eventual denúncia ou de arquivamento do caso
12 DE JANEIRO DE 2019 ÀS 07:21 //
247 – Há dois anos, a Polícia Federal apontou a existência de indícios de que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cometera crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Passados os dois anos, a Procuradoria-Geral da República (PGR), chefiada pela procuradora Raquel Dodge, até hoje, não se manifestou sobre prosseguimento de eventual denúncia ou de arquivamento do caso.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "o inquérito sobre o caso foi concluído no fim do mandato do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, em fevereiro de 2017. Desde que assumiu o comando da PGR, em setembro de 2017, a substituta dele, Raquel Dodge, pediu algumas providências, mas até agora não apresentou acusação formal ou encerrou o caso."
A matéria relata justificativa da PGR, que diz que a investigação "não ficou parada" e que "a análise dos autos revelou a necessidade de complemento de diligências apuratórias, o que foi feito diretamente pelo órgão".
A nota do órgão ainda diz: "por uma questão de estratégia de investigação, aguardou-se a disponibilização de elementos de corroboração que apenas recentemente foram disponibilizados. O inquérito continua em análise e, tão logo haja uma decisão, as providências cabíveis serão adotadas pela PGR."




