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Amoêdo condena censura ao Porta dos Fundos e diz que decisão “nos aproxima de países autoritários”

Opinião foi criticada pela deputada Bia Kicis (PSL-DF), que classificou conteúdo do filme como "criminoso"
 
 
Reprodução/Facebook Jovem Pan
 
 
 
O ex-candidato à presidência, João Amoêdo (Novo) foi às redes sociais na noite desta quarta-feira (8) para condenar a censura contra o Especial de Natal, do Porta dos Fundos, e alegou que decisão é um ataque que “nos aproxima de países autoritários”. Publicação foi criticada pela deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), que classificou conteúdo do filme como “criminoso”. “Não vi e não pretendo ver o filme. Porém, a censura de algo que não viola nenhuma lei é um ataque à liberdade de expressão que nos aproxima de países autoritários e distancia dos que deram certo. O Estado existe justamente para preservar o direito da menor minoria: o indivíduo”, escreveu o presidente do partido Novo. Momentos depois, Kicis criticou a opinião de Amoêdo.
 
“Primeiro que não é censura, pois a censura há que ser prévia; segundo que o conteúdo do filme viola sim a lei penal. Vilipêndio de fé alheia é crime e impedir ou punir um crime está longe de ser censura;é dever do Estado”, escreveu. A decisão pela censura do filme é do desembargador Benedicto Abicair, da 6ª Câmara Cível, que determinou nesta quarta-feira (8) que a produtora Porta dos Fundos e a Netflix retirem do ar o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”. Medida vem de encontro a um pedido feito pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura. O pedido foi negado em primeira instância.
 
 
 
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